sábado, 22 de novembro de 2014

falando em bigornas


ontem esperei pela imunidade. agora já sei como carregar uma bigorna. Justamente no dia em que toda remessa me veio a calhar, e tão inesperadamente para o qual foi intimada: sustentar o eixo das copas em espiral. o amanhã configurado no grão seriamente menor, por uma vida, milhares de elementos, salvo algumas exceções o ligeiro golpe da noite. hoje minha coragem é feita de alvenaria sobre a qual resmungam vagas indignações. passos vaporosos de um canto para a alameda esbarrando nas utensílios do guichê.


Por Claudio Castoriadis
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