terça-feira, 12 de março de 2013

María Gabriela Chávez pediu "aos senhores da oposição doente e especialmente ao senhor (Henrique) Capriles" para não serem "tão sujos".


Em carta, lida pelo ministro de Comunicação, Ernesto Villegas, perante as câmaras do canal estatal "VTV", a filha de Chávez também pede "não brinquem mais com a dor de um povo e uma família que está devastada perante esta dura realidade".

María Gabriela Chávez também pediu "aos senhores da oposição doente e especialmente ao senhor (Henrique) Capriles" para não serem "tão sujos".

"Com toda a responsabilidade do mundo, com toda a sinceridade da alma destroçada de uma filha que amou e ama seu pai infinitamente, lhes digo que meu gigante morreu lutando, e morreu em sua pátria no dia 5 de março de 2013", diz a carta de María Gabriela".







Fonte

http://www.sibci.gob.ve/


Por claudio Castoriadis

Não existe a “Primavera Árabe” como dizem, o que temos é A PRIMAVERA DA CARNIFICINA


A expressão Primavera árabe faz referência a uma série de protestos que ainda ocorrem no chamado “mundo árabe”, compreendendo basicamente os países que compartilham a língua árabe e a religião islâmica, apesar de etnicamente diversos.

Desde quando a democracia estabelecida no ocidente serve de justificativa para uma política universal agressiva que acontece nos países que compartilham a língua árabe e a religião islâmica? De maneira alguma a rejeição ao estado de Israel seria uma desculpa para repressão da primavera arábe. Ao contrário do que é passado pelos "sociólogos brasileiros", os direitos na crise arábe não representam a defesa de uma democracia universal, muito menos de uma exaltação ao sistema ocidental. Independente dos motivos e desfecho dessa onda de protestos, com certeza Israel vai continuar sendo visto como sempre foi: um Estado mortificado e tirano. O fato é: a primavera arábe é resultado do sistema político vigente.

Não existe a “Primavera Árabe” como dizem, o que temos é “A PRIMAVERA DA CARNIFICINA,” patrocinada pela ONU, EUA e a União Européia. Manipulam bem as estatísticas do nível de vida da cultura da arábia, para compará-la com o governo de hoje dos fantoches sanguinários.

A democracia ocidental abraçada pelo estado Israel, ainda é abominada por todos os governos "primaveris" que substituíram "ditadores" com retórica antissemita, mas com os quais Israel podia conversar, por partidos islâmicos radicalmente antissionistas.

Não aceite uma verdade pronta. Só não ver essa distorção política quem não conhece a história do Islam ou se encontra mesmerizado pelo encanto da palavra democracia.

Democracia, no contexto ocidental de forma nenhuma é sinônimo de liberdade; não passa de uma forma variável de escolha de dirigentes- não mais que isso. E o Islam é incompatível com esse tipo de sistema, portanto é improvável o estabelecimento de um regime semelhante às democracias ocidentais no mundo árabe.

A barbárie gerou inúmeras dúvidas quanto ao futuro da Primavera Árabe, alguns dizem que se trata de um plano orquestrado para um fulminante ataque de Israel ao Irã. Mas este é um momento delicado para o futuro do Oriente Médio, e muita coisa ainda pode acontecer.



Por Claudio Castoriadis

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