quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Scarlett Marton - Professora titular de filosofia contemporânea da USP


Professora titular de filosofia contemporânea da USP. Concluiu o mestrado em Filosofia na Université Paris I Sorbonne (1974), o doutorado (1988) e a livre-docência (1996) em Filosofia na Universidade de São Paulo. 

É autora, dentre outros livros, de Nietzsche, das forças cósmicas aos valores humanos (UFMG, 2000), Extravagâncias: Ensaios sobre a filosofia de Nietzsche (Discurso, 2001), A irrecusável busca de sentido. Autobiografia intelectual (Ateliê Editorial, 2004), Nietzsche, seus leitores e suas leituras (Barcarolla, 2010) e Nietzsche, filósofo da suspeita (Casa da Palavra, 2010). Publicou trabalhos na Alemanha, Áustria, França, Espanha, Estados Unidos, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Argentina e Chile.

Fundou e coordena o GEN - Grupo de Estudos Nietzsche; é editora dos Cadernos Nietzsche e da Coleção Sendas e Veredas. Faz parte da direção do GIRN - Groupe International de Recherches sur Nietzsche.

Não é possível falar sobre a história da pesquisa brasileira acerca da Filosofia nietzschiana sem levarmos em conta o trabalho realizado por Scarlett Marton. Em quase 40 anos de estudo, Marton realizou uma vasta produção sobre o pensamento de Nietzsche.

Convido a Direita para um bate papo sobre política com o gutiérrez. Manipular uma cabecinha, amadora, de uma blogueira plastificada não é desafio para fascistas.

Falar no escritor cubano Pedro Juan Gutiérrez não é uma tarefa fácil. Sarcástico, e detalhista, sabe como despertar sentimentos de repudio em seu leitor. Na mesma linha de Charles Bukowski, mas com uma sujeira poética brutalmente maior. "Fede" de maneira épica. Gutiérrez constrói e defende seu espaço pessoal com um humor auto-irônico e com um erotismo cru, insolente, despudorado. Convido a Direita a falar em política com o gutiérrez. Manipular uma cabecinha, amadora, de uma blogueira plastificada não é desafio para fascistas que desde muito tempo avacalham esse o Brasil. 
 
Por Claudio Castoriadis
 
 

Pedro juan Gutiérrez: Nova narrativa latino-americana.



Pedro juan Gutiérrez:  Nova narrativa latino-americana.


Assim como o escritor Julio Cortázar, que trabalha uma ideia aparentemente simples despertando uma exuberância constante de contos, o escritor cubano Pedro juan Gutiérrez, se valendo de uma grande flexibilidade de linguagem, incorpora um pluralismo  literário. Experiências afetivas, amores épicos e divergências sócias são referências que sustentam o universo imaginário do autor.

Sua poética histórica, bordada e temperada por uma escrita visceral, determina à importância da arte de narrar. Manipulando sua realidade imanente transfigurando as circunstâncias, Despeja uma nova realidade, a partir da realidade ''real''.

Obstinado, aos 14 anos lia de tudo: Truman Capote, Júlio Verne, Jean Paul Sartre entre outros autores consagrados nos meios intelectuais.  Autor de Trilogia suja de Havana, Animal Tropical e O Rei de Havana (todos publicados no Brasil pela Cia. das Letras), Gutiérrez mostra uma literatura não convencional. Sua filosofia? Dizer o máximo que pode, no menor espaço possível.

Afirma-se "mais contista, por definição”, reconhecido internacionalmente como um dos escritores mais talentosos da nova narrativa latino-americana. Curiosamente, reclama dos países, onde alguns de seus romances não são traduzidos, como “Rei de Havana”. "Não se atrevem a me publicar, são muito puritanos, ficam ofendidos com minhas histórias", diz o autor.

Sua obra narrativa foi publicada em 20 países, com um sucesso crescente de crítica e de público. É considerado por renomados críticos dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Alemanha como um “escritor cult”, um mito em ascensão. 




Por Claudio Castoriadis

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