quinta-feira, 25 de abril de 2013

Cálida esperança



Enquanto o inverno prosava com a primavera. Minhas orações não podiam escapar da morte
Chegava zunindo, rastejando das laterais escuras das montanhas
Golpeando a tempestade,
A mais cálida esperança
Eu deixo sua pele nas encostas do tempo
Sangue de verdade - um dilúvio em meu corpo.
Dai-nos sol, a vida sente inveja
A morte não é, ela deve ser
Como pele de veludo
Sequiosa e medieval
Exausta de fadiga
Somente o silêncio, e nada mais



Por Claudio Castoriadis
Sobre o Autor:
Claudio Castoriaids Claudio Castoriadis é Professor e blogueiro. Formado em Filosofia pela UERN. Criador do [ Blog Claudio Castoriadis ] Tem se destacado como crítico literário.Seu interesse é passar o máximo de conhecimento acerca da cultura >

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